Magos do Baixo Astral – como atuam ?

No mundo desencarnado, sua atuação se faz presente na formação de núcleos e de colônias que se mantêm graças às emanações dos pensamentos produzidas por uma grande massa de espíritos em desequilíbrio. Nestas colônias habitam espíritos aprisionados e imantados a eles pela paixão e o desejo de vingança contra supostos inimigos ou desafetos. Grande orbe de espíritos treinados para serem agentes na obsessão, hipnose individual e coletiva. Laboratórios que produzem os chamados aparelhos que são acoplados em chackras, órgãos e células que podem produzir energia constante; esta técnica possibilita aos Magos do Baixo Astral atuarem em seus comandados em todas as horas do dia, não mais somente à noite e em locais específicos. Estes aparelhos são a mais poderosa forma de subjugação e são dificilmente detectados em sessões de cura, o que torna muitos tratamentos inoperantes e que pode levar encarnações para se livrar do seu julgo, além de fomentar confusão mental e descrença nas vítimas que buscam ajuda.

Seu poder predatório é ainda maior em função de que muitos destes aparelhos são operados pelos obsessores e zombeteiros, que em sua maioria estão movidos de vingança contra as vítimas, facilitada pela raiva, medo, compulsões, discórdia, conflitos, pensamentos obsessivos, vícios e depressão que elas têm.

Eles afetam e seqüestram em alguns casos os duplo-etéricos dos espíritos, que é um dos nossos 7 corpos. Pode-se dizer que ele é o estado intermediário entre a energia e a matéria e envolve nosso corpo físico; os chackras estão localizados neste corpo e é ele que muitos médiuns videntes e clarividentes vêem e podem ser exteriorizados através dos passes. O grande perigo é que exatamente neste corpo que acontece a maioria das enfermidades que temos ou trazemos de outras vidas, e como duplo-etérico é mediador entre o corpo físico e astral, o ataque nele abre portas e pode ir a níveis mais sutis, dificultando o tratamento e a localização do ponto de ligamento do aparelho. Esta técnica possibilita ao MBA entrar nas memórias do passado e usar esta informação contra a vítima que, invés de atuar para sanar suas falhas, passa por conta desta ação predatória a aumentar seu sentimento de culpa por estas faltas cometidas em outras encarnações, dificultando ou inviabilizando em alguns casos seu processo de cura, provocando o que chamamos de auto-obsessão.  Há casos em que o MBA se aproveita de um médium sob seu comando ou mal orientado para descobrir segredos e repassar para possíveis desafetos. Isto é muito comum em sessões de tarô e videntes sem preparação e que fazem suas consultas em lugares sem a devida proteção. Em outros, conseguem se infiltrar através de sessões de limpeza e assentamentos mal conduzidos; muito comum em terreiros de umbanda e candomblé de baixa instrução, onde o chefe da casa acaba por se deixar ludibriar por um MBA que se faz passar por guia da pessoa. Como são instruídos e conhecem muito dos rituais, fazem gestos e mantém discurso muito parecido com um guia-espirtual, é o chamado mistificador.  Os rituais destas linhas são os que estão mais próximos dos ritos primordiais aprendido pelos iniciados e são de intensa energia e profundos por se tratar de manipulação das forças da natureza; um erro como este pode causar muitos estragos na vida das pessoas e de quem no futuro por inocência, ignorância ou desespero irá seguir aconselhamento destas entidades. Fato importante é que este erro passa anos despercebido e acaba sendo de difícil tratamento, já que dependerá de pessoas com muito conhecimento, além de locais apropriados para se processar este desligamento. Não podemos deixar de citar que estas ocorrências se devem à baixa moral dos envolvidos que, na maioria das vezes, quando se dispõe a fazer estes rituais, tem como objetivo causal questões materiais (situação financeira, amorosa e familiar), ou seja, pessoas em desequilíbrio que por sua paixão e maldade acabam por se entregar à ação dos MBA, que simplesmente estão esperando estas brechas. Este sórdido objetivo faz com que tanto alguns chefes espirituais como assistidos acabem agindo como infiltrados destes MBA, imantados às vezes simplesmente pela intenção do seu próprio pensamento quando destas sessões. Portanto devemos salientar que o MBA não é o mal, mas se aproveita e potencializa o mal que já esta no âmago dos espíritos.

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Oração do Silêncio

Psiu, silêncio!

Calma, não precisa tapar a boca

Fechar os olhos

Fingir que não ouve nada ao seu redor

Ficar estático

Fazer o sinal da cruz

Ajoelhar

Ficar em posição de lótus

Nem meditar.

Para fazer silêncio,

Basta que seu coração e sua cabeça sejam amigos

Não divirjam

Olhem o mesmo objeto e o mesmo caminho

Assim eles lhe dirão sem demora

Se está no caminho certo

Se este é seu amor

Se este é seu trabalho

Se esta é sua missão

Quando seu coração e sua cabeça forem amigos

Jamais voltará a duvidar daquilo que é

Jamais insistirá naquilo que não é

(Luiz Alexandre Jr)

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Oração do Agradecimento

Eu agradeço o motivo que me faz lembrar neste instante de agradecer.

Agradeço por estar vivo e ter a chance de refazer.

Agradeço a tudo que tenho.

A todos que me amam.

A dor que me faz crescer.

A felicidade que me faz esquecer.

Agradeço a vitória e também a derrota.

Aos que me alertam, corrigem e ensinam.

A Jesus, por me ensinar a amar o próximo.

A Buda, por me ensinar a amar a mim mesmo.

A Maomé, por me ensinar a rezar.

A Abraão, por me mostrar que é preciso ir.

A Tupinambá, por me ensinar a lutar contra tudo que em

mim é impreciso.

A Francisco, que me mostra a medida do que preciso.

Aos Pretos-Velhos, que me mostram quando esperar é preciso.

Agradeço as diferenças, porque elas mostram que não

existe um só caminho.

Agradeço ao Criador, que me ensina a grandeza de ser

criado e criatura.

Agradeço a você, que ao orar esta, agradece por todos nós.

Que assim seja.

(Luiz Alexandre Jr.)

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Mito – breve história sobre o Tempo

“…Suponhamos que as pessoas vivam eternamente. Estranhamente, as populações de cada cidade estão divididas em dois grupos: os Depois e os Agoras”.

Os Depois consideram que não há pressa para entrar na universidade, para começar a aprender uma segunda língua, para ler Voltaire ou Newton, para lutar por uma promoção, para se apaixonar, para constituir família. Para todas essas coisas há um tempo infinito. No tempo sem fim, todas as coisas podem esperar. Na verdade, ações apressadas podem levar a erros. E quem pode argumentar contra a lógica dessas pessoas?  Os Depois podem ser reconhecidos em qualquer loja ou passeio. Seu andar é tranqüilo e eles usam roupas folgadas. Gostam de ler qualquer revista que apareça aberta, de rearranjar os móveis em casa, ou iniciar uma conversa com a mesma facilidade com que uma folha cai de uma árvore. Os Depois deixam-se ficar nos cafés bebericando café e discutindo as possibilidades da vida.

Os Agoras percebem que, com vidas infinitas, eles podem fazer tudo o que puderem imaginar. Terão um número infinito de carreiras, casarão um número infinito de vezes, mudarão suas crenças políticas infinitamente. Cada pessoa será advogada, pedreiro, escritor, contador, pintor, físico, fazendeiro. Os Agora estão constantemente lendo novos livros, aprendendo novos ofícios, novas línguas. De modo a experimentar a infinidade da vida, eles começam cedo e nunca vão devagar. E quem pode argumentar contra a lógica dessas pessoas? É fácil identificar os Agoras. São donos dos cafés, os professores universitários, os médicos e enfermeiras, os políticos, as pessoas que balançam as pernas constantemente quando se sentam. Eles transitam por uma sucessão de vidas, dispostos a não deixar escapar nada. Quando dois Agoras encontram-se casualmente (…), comparam as vidas que conquistaram, trocam informações e olham seus relógios. Quando dois Depois se encontram no mesmo local, conversam sobre o futuro e seguem com os olhos a parábola de água do chafariz.

Os Agoras e os Depois tem uma coisa em comum. Como a vida é infinita, ambos tem uma lista infinita de parentes. Avós nunca morrem, tampouco bisavós, tias-avós e tios-avôs, tia-bisavós, e assim por diante; gerações de antecedentes afora, todos estão vivas e dando conselhos. Filhos nunca se livram da sombra dos pais. Nem filhas se livram da sombra das mães. Ninguém está sozinho.

(…) Este é o preço da imortalidade. Ninguém é completo. Ninguém é livre. Com o tempo, alguns chegaram à conclusão de que o melhor jeito de viver é morrer. Na morte, homens e mulheres estão livres do peso do passado. Essas poucas almas, sob a sombra dos parentes queridos, mergulham no lago Constança ou jogam-se do monte Lema, pondo fim às suas vidas infinitas. Desta forma, o finito conquista o infinito, milhões de outonos se transformam em nenhum outono, milhões de nevascas se transformam em nenhuma nevasca, milhões de advertências se transformam em nenhuma advertência.(…)”. (Lightman, Alan “Sonhos de Einstein”, Cia. das Letras, 1993, SP – pg 114 a 118).

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O que são obsessores e zombeteiros?

Obsessor e zombeteiro é todo Espírito encarnado ou desencarnado que mantém pensamento fixo em pessoas, ideias, situações do passado, lugares ou objetos. Sendo assim, o pai, a mãe, o filho, o amigo, o chefe, o irmão ou uma grande paixão pode ser um obsessor. Será considerado obsessor todo espírito que enviar suas ondas-pensamento aos seus objetos de desejo e preocupação de maneira fixa.  Não devemos confundir com ondas-pensamentos que tem como conteúdo da mensagem orações, embora ambas possam interferir no sistema de comunicação de quem esta recebendo a mensagem. As mensagens de conteúdo obsessivo podem causar doenças psíquicas e espirituais, confusão nas mentes receptoras, além de servirem como atração magnética para outras entidades de baixa frequência, que ao identificar esta linha de comunicação entres as mentes poderá obsediar ambas as partes.

Estas distorções e interferências nas comunicações ocorrem porque os Espíritos estão imersos num turbilhão de paixões; na nossa sociedade estar apaixonado ou ter uma paixão é vista aos olhos do senso-comum como um grande motor de nossas vidas, sendo assim lícito e saudável. Esta visão encontra ressonância e é altamente apregoada na literatura, novelas, nas inocentes rodas de amigos em bares ou até nas escolas e núcleo familiares. Espiritualmente esta ação esconde na sua aura de felicidade e suposto amor um dos grandes males que assolam os espíritos em suas vidas encarnadas e desencarnadas, alimentando e maximizando o egoísmo que invariavelmente levará o desavisado a cometer aquilo que chamamos de maldade.

Como é tênue e efêmero este mar de rosas nas relações, qualquer desequilíbrio, ou seja, se uma das partes não se sentir tão amada e recompensada pela outra, ou se sentir rejeitada, pode transformar este grande amor numa relação de ódio com conseqüências sem controle, fartamente conhecido nos nossos processos jurídicos. A paixão pode ser considerada como a primeira e mais nociva doença que os espíritos trazem aqui para este planeta. Quando nos debruçamos de maneira mais atenta ao significado da palavra vamos verificar que ela significa perda de senso, fanatismo, fixação, obsessão, cólera, vício e até afeto dominador. Esta definição contrasta com aquilo que costumeiramente estamos habituados a entender e receber, a quem reclame da falta de paixão, a quem adoeça por não estar e estar apaixonado cometendo atrocidades em nome da paixão, sem perceber que a ação destemperada deste sentimento esta diretamente ligada a causa de muitas violências na vida cotidiana.

Reforçando esta tese, no início do século XX muitos intelectuais discutiam e se indagavam se uma sociedade sã e igualitária como Freud e Marx respectivamente queria, expurgaria os crimes. Nunca houve consenso, mas esmagadora maioria concluiu que o único crime numa sociedade sã e igualitária que não se cessaria, seria o crime de paixão ou passional. Ressaltando ainda que a paixão estaria no nascedouro das causas dos homicídios, genocídios, violências de várias ordens, guerras religiosas, entre outras atrocidades cometidas pelos homens ao longo da história.

Fazendo esta mesma comparação nos textos espíritas e espiritualistas, observaremos que um Espírito que é considerado benevolente, sábio e de luz, exatamente quando este não se deixa mais levar pelas paixões e baseia toda sua conduta no amor.

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A origens das relações – parte II

“… é preciso considerar que nos achamos ainda longe de adquirir o verdadeiro amor, puro e sublime. Nosso amor é, por enquanto, uma aspiração de eternidade encravada no egoísmo e na ilusão, na fome de prazer e na egolatria sistemática, que fantasiamos como sendo a celeste virtude. Por isso mesmo, a nossa afetividade terrestre, quando na primavera dos primeiros sonhos da experiência física, pode ser um conjunto de estados mentais, consubstanciando simplesmente os nossos desejos. E nossos desejos se alteram todos os dias… Em razão disso, recordemos o imperativo da recapitulação. Nessa ou naquela idade física, o homem e a mulher, com a supervisão da lei que nos governa os destinos, encontram as pessoas e as situações de que necessitam para superarem as provas do caminho, provas indispensáveis ao burilamento espiritual de que não prescindem para a justa ascensão às esferas mais altas. Assim, é que somos atraídos por determinadas almas e por determinadas questões, nem sempre porque as estimemos em sentido profundo, mas sim porque o passado a elas nos reúne, a fim de que por elas e com elas venhamos a adquirir a experiência necessária à assimilação do verdadeiro amor e da verdadeira sabedoria. É por isso que a maioria dos consórcios humanos, por enquanto, constituem ligações de aprendizados e sacrifício, em que, muitas vezes, as criaturas se querem mutuamente e mutuamente sofrem pavorosos conflitos na convivência uma das outras. Nestes embates, alinham-se os recursos da redenção. Quem for mais claro e mais exato no cumprimento da Lei que ordena que busquemos o bem de todos, acima de tudo, mais ampla liberdade encontra para a vida eterna. Quanto mais sacrifício com serviço incessante pela felicidade dos corações que o Senhor nos confia, mais elevada ascensão à gloria do amor divino”.

(André Luiz, Xavier Francisco, Ação e reação FEB 1956 pg. 212 213).

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Numerology – part 1

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Numerology, astrology, runes, tarot , whelks, I Ching , palmistry and all other divination arts, seek and speak about the same object as physics, astronomy, biology and sciences in general. The time of being- in-itself and the time of being in the world. In numerology, the time of being- in-itself is the name and the time of being in the world is the birth date .

Since the Egyptians, it is known that the book of the living reveals the present incarnation or life, destiny, mission and the work plan we came to realize; and in the books of the dead: previous reincarnations , namely who we are and what we accumulate throughout the ages in the spiritual and material world .

When looking at the name and date of birth of a person, numerology open books of collective and individual memory of everything that happened and will happen in the human universe. Its first goal is to give back to each individual what should never have been taken away from him, and return it into a common and accessible information to everyone. And this way, prevent the secrets and ignorance that religion despots brought to humanity…

Freedom , autonomy and free will!